Há pouco mais de duas semanas do primeiro turno das eleições de 2026, as despesas dos principais candidatos ao governo de São Paulo se concentram em propagandas eleitorais, consultoria de marketing para campanhas, despesas com advogados e transporte. Neste ano, na disputa ao cargo de governador, o limite estabelecido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de R$ 26.683.209,24.Candidato à reeleição, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) já acumula quase R$ 23 milhões de gastos já contratados. Destes, R$ 12,2 milhões são despesas efetivamente pagas pela campanha.De acordo com dados do TSE, cerca de R$ 10 milhões das despesas contratadas pela campanha são destinados prestação de serviços ligados à marketing digital e publicidade para a campanha; outros R$ 3,9 milhões foram destinados para a produção de programas de rádio, televisão ou vídeo e R$ 3,7 milhões em serviços advocatícios. O governador de São Paulo também já gastou R$ 1,7 milhões com impulsionamento de conteúdos e R$ 650 mil com táxi aéreo.Até o momento, Tarcísio já recebeu pouco mais de R$ 19,1 milhões de reais de recursos financeiros para a campanha eleitoral, sendo a maior parte dos fundos destinada por partidos políticos. A doação de pessoas físicas representa 40,9% das receitas, com o valor de R$ 7,8 milhões. Leia também São PauloReal Time/Big Data em SP: Tarcísio tem 53% no 1º turno, e Haddad soma 36% São PauloAgora criticado, Marcos Pontes recebeu doação de Comitê de Tarcísio em 2022 São PauloTarcísio suspende agenda de campanha em São Paulo após fortes chuvas São PauloHaddad e Tarcísio colecionam liminares no TRE em reta final de campanha Principal adversário de Tarcísio, Fernando Haddad (PT) tem R$ 12 milhões em despesas contratadas para a campanha dele ao governo de São Paulo. Mais de R$ 10 milhões já foram pagas.O principal gasto foi com programas de rádio, tv e vídeo. Ao todo, R$ 7,9 milhões (64,3% das despesas) foram destinados para a produção das peças exibidas em diversos veículos de comunicação. A segunda maior despesa de Haddad foi com serviços advocatícios: R$ 1,8 milhão.A campanha do petista também investiu em impulsionamento de conteúdos nas redes sociais, com R$ 1,3 milhão em 17 lançamentos. Ex-ministro de Lula, Haddad também gastou R$ 300 mil com segurança e prevenção, repressão e combate à violência política.O petista já recebeu R$ 16 milhões do fundo partidário e outros R$ 15 mil em doações de pessoas físicas.










