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Angela Weiss/AFP via Getty Images

Jamie Dimon tem uma fortuna líquida impressionante de US$ 3,2 bilhões e é o CEO do maior banco dos EUA — JPMorgan Chase. Mas não foi tudo tranquilo para chegar à posição em que se encontra hoje.

Voltando a 1998, quando Dimon tinha 42 anos, ele foi pedido para deixar seu cargo de presidente do Citigroup, apesar da expectativa de que se tornaria CEO da empresa sob a tutela de Sanford I. Weill e John S. Reed, co-diretores executivos do Citigroup.
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Embora o motivo exato da sua demissão tenha sido debatido ao longo do tempo, em um episódio do podcast Acquired, Dimon disse que "eles disseram que queriam fazer algumas mudanças [e] tinham três delas: 'Primeiro, queremos que esta pessoa seja responsável por aquilo.' Eu disse OK, bem, isso não fazia sentido para mim. A segunda foi que eles queriam colocar alguém responsável pelo banco de investimentos global, que eu estava gerindo; achei que era outra decisão estúpida. E a terceira foi que disseram 'E queremos que você se demita.'"
As notícias sobre a saída de Dimon foram recebidas com choque na Wall Street — e em sua própria casa, isso foi recebido com medo.
Quando ele voltou para casa para compartilhar as notícias, uma de suas filhas perguntou: 'Papai, temos que dormir nas ruas?' e outra perguntou: 'Posso ainda ir à faculdade?'
Mesmo naquele momento, Dimon não estava preocupado de que sua família ficaria sem teto ou de que seus filhos não conseguiriam pagar a faculdade. Mas como ele se recuperou após esse golpe devastador?
Traçando um novo caminho
No período após sua demissão do Citigroup, Dimon experimentou diferentes ideias sobre o que poderia ser sua futura carreira. Ele disse à Acquired que considerava lecionar, abrir seu próprio banco de investimento e até mesmo se aposentar.
Em um momento, ele até falou com Jeff Bezos sobre administrar a Amazon, mas não estava comprometido em ingressar no mundo da tecnologia. Ele também recebeu outras ofertas para liderar bancos de investimentos globais, que não foram identificadas.
A oferta que acabou ressoando com Dimon foi se juntar ao Bank One, que havia acabado de passar por uma fusão. Na época, era avaliado em cerca de 20 bilhões de dólares, enquanto o Citigroup estava a 200 bilhões de dólares, informou a Fortune.
Dimon acabou assumindo o cargo de CEO do Bank One em 2000 e investiu diretamente 60 milhões de dólares nas ações do Bank One ao assumir o emprego.
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