Memphis perde pênalti e Corinthians está fora da Libertadores

Marcelo Paz, executivo de futebol do Corinthians, defendeu o trabalho de Fernando Diniz e negou a possibilidade de demissão do treinador depois da eliminação alvinegra na Conmebol Libertadores.
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— Para falar do Diniz, temos que falar sobre a história dele no clube. Chegou aqui quando estávamos na 16ª posição, fizemos uma Libertadores decente, mas caímos ontem. No Brasileiro, tivemos momentos bons e ruins, agora estamos na posição que está — declarou o dirigente em entrevista coletiva no CT Joaquim Grava.
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Marcelo Paz dá entrevista no CT do Corinthians — Foto: Yago Rudá
— O presidente veio aqui, conversou com todos e deu confiança ao trabalho. Não passa pela nossa cabeça qualquer mudança. Estou transferindo para vocês essa informação, não há dúvidas de que ele tem certeza no trabalho. Contra o Cruzeiro, fomos na perspectiva de vencer o jogo para brigar lá em cima. Não vencemos, tivemos derrotas seguidas e caímos na tabela. O momento é de confiar, dar as mãos e voltar a vencer no Brasileiro.
Em outro momento da entrevista, Paz reforçou que o presidente Osmar Stabile fez questão de passar a confiança no trabalho do treinador para o elenco.
— A gente esteve reunido presidente fez questão de vir ao CT de reforçar o apoio ao trabalho de Diniz e fez questão isso de passar aos jogadores. Estamos todos juntos, sairemos dessa situação incômoda no Brasileiro junto com o Fernando Diniz.
O dirigente deu entrevista no dia seguinte à eliminação do Corinthians para o Estudiantes nas quartas de final da Conmebol Libertadores, com derrota por 1 a 0 na Neo Química Arena, depois do empate em 1 a 1 na ida, em La Plata, na Argentina.
— Momento de dor e frustração de todos no futebol do Corinthians, todos tristes pela eliminação. Acreditávamos que poderíamos passar. É um momento difícil, de dor, havia o sonho de vencer a Libertadores, foi interrompido, tem o Brasileiro pela frente e temos que performar
No Campeonato Brasileiro, o Corinthians está na 14ª colocação, com 32 pontos, vindo de uma sequência de cinco derrotas consecutivas.
— Eu acredito no trabalho e acredito nos jogadores. Vejo que o trabalho está sendo feito diariamente. Contra a Chapecoense, poderíamos ter feito dois ou três gols e perdemos o jogo. Nas derrotas, se você for ver, tivemos mais posse e finalização. O que temos que fazer é transformar isso em vitória, em gol.
— A Libertadores tem um peso nisso. Um elenco que tem três jogadores na seleção brasileira tem qualidade, fomos o time com mais convocados. Temos jogadores, trabalho, torcida e tudo para sair dessa. Não basta só o percentual de posse, o que importa é vitória. Não queria ter saído da Libertadores, mas agora temos só o Brasileiro. Só nós podemos reverter. Uma vitória vamos para 35 pontos, vamos tentar entregar o Corinthians com a melhor pontuação possível.
O próximo compromisso do Corinthians será contra o Fluminense pela 28ª rodada do Brasileirão, neste domingo, às 16h (de Brasília), na Neo Química Arena.
O dirigente disse que o objetivo, no Brasileirão, é fazer o máximo de pontos possível para tentar garantir a classificação para a Libertadores do ano que vem.
— Voltar a ganhar, o que importa é vitória. Precisamos de resultado. Dizer agora se vamos terminar em oitavo ou sétimo é prematuro. Depois do Fluminense, temos mais jogos e o objetivo é terminar com tranquilidade. Temos que devolver o Corinthians para uma competição sul-americana no ano que vem, de preferência a Libertadores. Não estou dizendo que voltaremos à Libertadores, mas o ideal é isso.
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